por James E. Hughes, Jr. (2005) | Resumo:
O artigo discute o papel da “personne deconfiance”, ou conselheiro de confiança, no atendimento a famílias ao longo de várias gerações. Hughes explica que esse papel tem suas raízes no serviço, na humildade, na sabedoria e em um profundo compromisso em ajudar as famílias a se administrarem bem.

O artigo destaca várias qualidades de um verdadeiro conselheiro de confiança: interesse pela boa governança, crença na mudança evolutiva ordenada, um ceticismo saudável em relação ao comportamento humano e a disposição de colocar o serviço acima da ambição pessoal.

Hughes explica que as famílias precisam de consultores que as ajudem a desenvolver seu capital humano e intelectual, e não de profissionais que simplesmente vendam produtos ou soluções técnicas. Uma verdadeira “personne de confiance” ajuda as famílias a compreender seus pontos fortes, pontos fracos, relacionamentos e necessidades de governança, para que cada membro da família possa buscar a felicidade e o crescimento.

O artigo também faz uma crítica às profissões do Direito, da Medicina e da Educação, argumentando que elas muitas vezes se afastaram de sua vocação mais profunda de servir, voltando-se para o lucro, a tecnologia ou a realização pessoal.

Para concluir, Hughes apela para que os profissionais voltem a oferecer um atendimento baseado no coração, na sabedoria e na humildade. As famílias e a sociedade precisam de conselheiros de confiança que promovam o bem-estar a longo prazo, preservem a dignidade humana e ajudem indivíduos e famílias a evoluir com cuidado.

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